A revista Superinteressante fez uma matéria bem legal sobre Coletivos:
“União refaz a força.
Saiba como os coletivos estão mudando o jeito de fazer arte. E todo o resto.”
Muito legal a matéria, muito bom estar no meio desse povo e melhor ainda que foi uma história feita e contada por Denis Burgierman, um jornalista que merece ter fãs.
Somos.
Aliás, olha esse trabalho do Los Carpinteiros: SHOW ROOM.
O festival Dunya acontece há mais de 30 anos em Rotterdam. O tempo estava ótimo e foi bom para dar uma descansada deitando na grama do Park bij de Euromast.
Familias, adolescentes, mais velhos e shows de todos os cantos em vários palcos, Brasil, Hungria, Londres, etc. Bandas conhecidas e desconhecidas.
O público curte tudo até as 22h, quando o sol vai embora.
O prédio branco e arredondado em cima é o museu de fotografia (Nederlands Fotomuseum) e essa é a programação de hoje. Maratona de eventos:
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15.00 Official opening of Brazil Contemporary in the Nederlands Fotomuseum by:
Ruud Visschedijk, director Nederlands Fotomuseum
Ahmed Aboutaleb, Mayor of Rotterdam
José Artur Denot Medeiros, Ambassador of Brazil
Ronald Plasterk, Minister of Culture, Education and Science
16.10 VIP-bus leaves the Nederlands Fotomuseum for the Nederlands
Architectuurinstituut
16.30 Opening at the Nederlands Architectuurinstituut by
Ole Bouman, director Nederlands Architectuurinstituut
17.30 Opening at the Museum Boijmans Van Beuningen and presentation of the
publication Brazil Contemporary by
Sjarel Ex, director of the Museum Boijmans Van Beuningen
Jaap Guldemond en Bregje van Woensel, curators
19.15 Buffet in the Nederlands Architectuurinstuut
21.30 End of the programme
Kind regards,
Ruud Visschedijk
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O bom é que aqui em Rotterdam é tudo perto.
O Porto de Rotterdam é o terceiro maior do mundo. Só perde para China e Cingapura, em tamanho.
Ele está situado na entrada da Europa e movimenta milhões de conteineres por ano. É impressionante.
Hoje aproveitamos o tempo bom e o dia longo (anoitece as 21h) pra dar um “pulo” lá.
Esta é a maquete da exposição no Nederlands Fotomuseum.
Ontem fomos aos 03 museus que abrigam o ciclo Brazil Contemporary, em Rotterdam. Primeiro um encontro com a imprensa local e internacional no Nederlands Fotomuseum:
Na parede, durante a montagem, o ensaio Paulista e a projeção do Caixa de Sapato:
Depois, visitamos os outros dois museus e, logo após o almoço, um simpósio com brasileiros convidados e os curadores das 03 exposições promoveu uma discussão sobre o tema a partir de diferentes aspectos. As apresentações de Felipe Taborda, designer, Milton Guran, fotógrafo e antropólogo, Milton Braga, arquiteto, Heitor Frugoli Jr., antropologo e Paula Perissinoto, organizadora do FILE, provocaram os curadores, que sentaram a mesa e dividiram o raciocinio das curadorias.
Hoje a montagem continua. Amanhã, o grande evento.
Rotterdam agrada a primeira vista. Agrada especialmente a Cia porque nós somos adeptos da bicicleta como meio de transporte. Aqui é o que manda.
Os semáforos são exclusivos e o mais comum é encontrá-las agrupadas, estacionadas ou em movimento.
Amanhã tem visita ao museu (Nederlands Fotomuseum) e encontro com a imprensa. A semana promete. Vamos tentar colocar tudo aqui.
Esta é a carta que o curador holandês Frits Gierstberg mandou, já faz uns meses, convidando a Cia de Foto a participar da exposição que ele estava preparando.
A expo, Brazil Contemporary, abre nessa sexta e estaremos lá, pra prestigiar e fazer alguns contatos. Temos algumas reuniões marcadas e a certeza de que outras coisas bem legais irão surgir.
Nosso blog será atualizado sempre e tentaremos dividir algums coisas legais que veremos por lá.
Bom, é isso. Hora de embarcar…
Uma coluna especial: “Processo de Criação”.
No post que abre espaço para o maravilhoso trabalho em desenvolvimento de Anderson Schneider, uma discussão muito bacana.
Que legal essa iniciativa do Olha, vê.
Como a gente tem uma quase inexistente crítica de fotografia no Brasil, tanto em jornais quanto em universidades, o que o blog faz é muito nobre.
E cumpre um papel de tornar as bolsas de pesquisa e fomento acessíveis e didáticas no processo do trabalho.
Já faz alguns dias que estamos trabalhando em nosso arquivo. Editando, organizando e redescobrindo alguns trabalhos. Sempre guardamos nossos “Raws” e sempre que pegamos um arquivo antigo, abrimos o Raw novamente, dando uma nova interpretação.
Essa foto aí de cima é de um ensaio que fizemos com curadoria do Eder Chiodetto para uma exposição no Museu da Casa Brasileira, em outubro de 2007. Abrimos o arquivo novamente e esse é o resultado.
É muito bom ter esse trabalho todo guardado, assim como outros, com a possibilidade de re-interpretar as fotos em sua qualidade original. O blog Olha, vê de Belém está postando os “Raws” originais de alguns fotógrafos e as interpretações dadas para essas fotos pelos mesmos. O post de hoje, coincidentemente, é sobre a gente.